Equipe de Reflexão de Música analisa repertório do Hinário Litúrgico

10/09/2010 22:52

A Equipe de Reflexão de Música esteve reunida nos dias 7 e 8, na casa de encontros Lareira São José, em São Paulo, e contou com a presença do integrante da Comissão Episcopal para a Liturgia que acompanha mais diretamente o Setor de Música Litúrgica, dom Sérgio Colombo.

Um dos trabalhos da equipe é a revisão do Hinário Litúrgico da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que consta de quatro fascículos (Tempo do Natal, Tempo Pascal, Tempo Comum e Santoral). O terceiro fascículo, que contém músicas para todos os domingos do tempo comum, está passando por uma cuidadosa revisão e atualização. “Esta revisão segue os critérios bíblicos, teológicos e litúrgicos priorizando músicas que estejam em sintonia com as características musicais da música brasileira e cada canto é escolhido observando o conjunto dos elementos da celebração do dia e o momento ritual a que está indicado”, destacou o assessor de música da CNBB, padre José Carlos Sala. Ainda segundo o assessor, há uma tendência muito presente nas comunidades de entoar qualquer canto em qualquer momento da celebração, ou cantar porque é “bonito” sem levar em conta os elementos centrais da celebração e sem fazer uma análise do texto que está sendo cantado. Por isso, segundo o padre Sala, é necessário uma constante formação litúrgico para os compositores e todos os agentes de música.

O Setor de Música Litúrgica da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) conta com a colaboração de um grupo de reflexão para o encaminhamento de diversos projetos. O grupo é formado por ex-assessores de música e especialistas na área da música e liturgia que colaboram com o assessor na elaboração de subsídios, revisão e atualização do repertório e formação para compositores, além de auxiliar na reflexão a respeito dos principais desafios para a música litúrgica em nosso país.

“O trabalho de formação de compositores é pensado e conduzido por esta equipe que acompanha de perto os desafios, anseios e necessidades dos agentes de música litúrgica”, ressaltou o assessor da CNBB.

 

fonte: https://www.cnbb.org.br/